9.5.08
6.5.08
5.5.08
3.5.08
28.4.08
24.4.08
barcelona
23.4.08
21.4.08
estadia em barcelona
aqui fica, à v/ consideração.
o governo prepara-se para colocar portagens nas scuts do grande porto, costa da prata e litoral norte.
vias fundamentais como a a29, a28 e a42 vão passar a ter portagens, provavelmente ainda nos próximos meses, sem que existam alternativas viáveis.
é urgente protestar!
assine o abaixo-assinado em:
http://www.naoasportagensnasscuts.com/index.php
juntos podemos fazer a diferença e impedir este ataque aos nossos direitos!
15.4.08
introdução à poesia espanhola contemporânea
22 de maio [quinta-feira]
sessão 1 - 21.30h./23.30h.
23 de maio [sexta-feira]
sessão 2 - 21.30h./23.30h.
24 de maio [sábado]
sessão 3 - 10.00h./12.00h.
sessão 4 - 16.00h./18.00h.
propina: 75€
a cosmorama oferece o livro de miriam reyes - terra e sangue - e entrega certificado de participação.
inscrição / informações: joseruiteixeira@gmail.com
.
14.4.08
7.4.08
novo inverno
4.4.08
2.4.08
ciberescritas
para enriquecimento deste modo de comunicar.
por aqui o caminho de mais um lugar obrigatório da internet
31.3.08
o livro da avó - premiado

29.3.08
nota
toda a gente está a chamar filho da puta a guillermo vargas habacuc
se não passa tudo de uma imaginativa construção virtual
25.3.08
21.3.08
maputo
verei maputo e espero fotografar para vos mostrar.
vou de ansiedade crítica. quero ir quero ir.
volto logo logo
20.3.08
ricardo serrano
dia mundial da poesia
um verso à medida de cada um,
e de todos emane a celebração de quanto
existe, de bom e de mau, como só pela sua união
nos completamos e dizemos. digamos que por
todos se criou uma palavra, como se
um verso nascesse na medida de cada um,
pousado na mão, talvez, equilibrado entre os
dedos, brilhando, sem cair
nova página
19.3.08
leya outra vez
18.3.08
à luz da kabbalah
o livro «à luz da kabbalah» do meu amigo josé cunha rodrigues, é editado pela guerra e paz e pretende ser um guia espiritual, feito em português e por um português. tenho muito gosto em que um prefácio da minha autoria acompanhe o seu trabalho, pelo que lhe reconheço de honesta reflexão sobre as matérias mais insondáveis da vida. com pistas para o que pode ser uma vida melhor, este livro é, sobretudo, uma proposta de apaziguamento e de renovação de energias para quem possa querer exercer uma dimensão menos simples da existência.o lançamento deste trabalho é feito no dia sete de abril no café in (lisboa), depois existem apresentações no dia vinte e cinco de abril, na fnac de braga, no dia vinte e seis, no clube literário do porto (onde estarei) e no dia dois de maio na fnac do norte shopping. estão convidados
17.3.08
exposição de rui effe na casa da juventude em esposende
articulações, sobre desenhos de rui effe 15.3.08
13.3.08
votem, por favor
http://www.saatchi-gallery.co.uk/showdown/index.php?showpic=122330
o duarte vitória, um dos meus pintores favoritos, tem um quadro magnífico no qual peço-vos que votem.
não custa nada. é só entrar nesta ligação e dar dez estrelas ao quadro e depois voltar ao que estavam a fazer.
obrigado, antecipadamente, aos milhares de vocês que o farão. muito obrigado
11.3.08
para divulgação, publico email recebido a 4 com o título «Proposta Comercial - se o Camões soubesse disto tinha escrito a segunda parte dos Lusíadas»
«Exmo. Senhor
A Guével Edições está presente no mercado editorial desde 2000, e iniciou em 2008 um programa destinado a editar, divulgar, publicar promover e comercializar títulos de Novos Autores Portugueses, que apresentem qualidade e inovação, e que queiram editar as suas obras - como sucede, no nosso entender, com os textos que V. Exa. vem publicando -.
Estamos cientes das vicissitudes de lançamento de autores ainda desconhecidos do grande público, e da limitação do mercado editorial e livreiro a nível nacional, mas com o intuito de fazer face aos custos inerentes da edição, lançamento e publicação da obra propomos uma co-edição da mesma com V. Exa., que poderá, caso entenda editar a sua obra, patrocinar financeiramente esta iniciativa.
Celebrámos protocolos com instituições financeiras de modo a poder oferecer a V. Exa. a possibilidade de facilitar o pagamento faseado inerente à co-edição
Gostaríamos de saber do interesse de V. Exa. na publicação da sua obra .
Disponibilizamos ainda informação comercial que enviamos em anexo, e está disponível no nosso site www.guevel.pt , pelo que aguardamos uma resposta de V. Exa. sobre esta proposta comercial com o intuito de agendar uma reunião.
Aguardamos por isso as mais breves notícias, subscrevemo-nos com a mais elevada Estima e Consideração.
Atentamente
António Guével Branco
Editor»
9.3.08
podem lá chegar por aqui
8.3.08
famafest na casa das artes de famalicão, abre hoje, sábado, com mariza

esta noite, por volta das 21.30h, o certame abre com um concerto da fadista mariza.
a concurso, como sempre, estão obras que se prendem, de algum modo, com a literatura. aqui podem ver a lista completa do que nos será pedido para avaliar.
a programação completa pode ser consultada neste caminho.
para mais um evento de grande qualidade, confio que muitos de vocês apareçam. se me virem por lá - quase impossível não ver - digam coisas
3.3.08
ela eterniza-se. nós passamos muito num dia assim
28.2.08
um presente que recebi com muito agrado. é muito muito fixe. não conhecia ainda. meio sigur ros com radiohead com!!!!!!!!
27.2.08
graciosa e terceira
mudo a imagem de abertura deste blogue para uma fotografia que tirei em santa cruz e que não é nada comparada com a verdade. fica aí para deixar um abraço a todos os que me acompanharam e receberam, no âmbito das iniciativas da festa redonda.
um abraço muito especial ao senhor gabriel melo, que me deu a graciosa de coração, e também à inês d'orey e ao nuno coelho, à laura e à violante, à laurinda e ao josé cunha, ao helder, ao januário, ao marco e ao miguel, à filipa e ao rui e à teresa, à margarida e ao paulo e ao antónio, e à marisa, e aos fitacola todos, e ao secundino e ao dr. jorge, e ao rui neves, e à miúda da loja das roupas, que me deu um beijo, e absolutamente a todos os de mais, pela franca cumplicidade, cuidado e alegria
emerenciano

Ao Quadrado Galeria de Arte Contemporânea , Rua S. Nicolau, 26, Santa Maria da Feira
(Ecce Homo) Nietzsche
Não posso dizer porque nasci, nasci, sem ter sido ouvido, nem podia. Nasci para nascer, porque quero, ou, simplesmente por estar e não, sem saber também às vezes se quero, existo e é tudo. Sem perceber o que sou, nem importa, é suficiente saber que do lugar de partida trago o que me é peculiar - e uma crença que permite iludir-me ainda em diferentes campeonatos. Desiludido às vezes, vejo-me na minha indigente espécie animal tentado pela artificialidade dos perfumes, reconhecendo a presença dos melhores odores nas plantas. Mas não sou planta, não tive escolha, e tendo em conta o esforço pessoal da minha sorte, condicionado por processos de perda, nomeadamente de tempo, não vegeto, sinalizo-me. A voz pessoal irredutível, parte de um todo no meu processo de afastamento e regresso ao mundo, recusa a realidade do murro e o insulto, mas não a metáfora. Assim poiso a pistola sobre a mesa e digo que nunca serei um homem bomba, indo e vindo, atado a um continuado desenho que aproxima o dentro e o fora da existência labiríntica. Não nego a essência próxima dos primeiros choros, dos gestos de indicação, das meias palavras, e o rio infinito, superficial ou fundo de todas as provações. O presente se me escapa como se não houvesse, justificando a utilidade das conversas que sustentam a obsessão de algo que procuro através da pintura. Nascida no passado, na senda do verbo indissociável, percebo melhor o pintor, e digo que sou artista plástico, ou nem sequer o sou. Penso no futuro, sabendo que não chegarei lá. Ninguém chega. A determinação pertence a poucos, a sorte a menos ainda, e alguns já desmobilizaram. Eu não o farei. Pelo menos nos próximos anos.
este é o texto do hugo loureiro sobre a exposição teorema de valter no museu nogueira da silva, braga
artistar | v. t. executar a actividade de um artista/criador/autor.
Um artista convida outro a artistar num período definido de tempo e a apresentar resíduos do seu corpo artista (em estado de ‘artistamento’) recolhidos nesse período. São apresentadas a proposta do primeiro – Paulo Brandão –, o produto artístico do segundo – valter hugo mãe – e os resíduos do corpo deste, como provas de que se artistou.
De uma forma simplificada, é com esta instalação que o espectador se depara ao confrontar-se com ‘O Teorema de valter’. Mas Paulo Brandão deixa vestígios nesta obra de questões bem mais intrincadas.
Começo pelo tempo. A criação de um qualquer objecto artístico tem sempre um tempo. Bastante indefinido no seu início. Tangencialmente definido no seu fim. O tempo de quem cria. O tempo de quem vê. O tempo em que a obra existe enquanto ideia. O tempo em que a obra existe enquanto materialização da sua ideia. O tempo em que a obra passa a existir como registo de si mesma (apenas algumas o fazem). O tempo em que a obra passa a existir como reflexo das obras que existem no seu tempo (a poucas se permite tanto).
A ciência (não nos esqueçamos que a proposta que enquadra esta instalação é um olhar ‘da sociedade’ sobre a ciência e os cientistas) conseguirá provar que os resíduos são do valter (a nós resta-nos acreditar). Conseguirá provar que os resíduos foram recolhidos no tempo compreendido entre o convite para criar um texto e a fixação material do mesmo. E, utopicamente, conseguirá num futuro longínquo (em que a arte se reflecte num factor genético qualquer passível de ser quantificado, qualificado e classificado) provar a existência desse texto em latência a partir das provas corporais apresentadas (a nós resta-nos não considerar esta possibilidade demasiado ridícula).
Conseguirão a arte ou a ciência, um dia, definir claramente qual o tempo de uma obra? Definir um nascimento e um óbito?
Há também a questão da existência da arte antes da sua materialização (assumo aqui que a arte é o somatório dos períodos em que é ainda uma ideia e em que já é uma obra materializada). Conseguirá um criador provar que a obra que cria é a materialização da enunciação que fez dela ao iniciar o processo de ‘artistamento’? Ou deverá delegar esta responsabilidade à ciência, com os seus métodos, ferramentas e objectivos?
Poderá ser uma relação de dois sentidos, ao considerarmos que um cientista, ao interpretar, descodificar e avaliar os seus objectos de estudo, necessitará igualmente de artistar de modo a poder reunir as informações disponíveis, criar as informações ocultas, interpretar este conjunto e dar-lhe um sentido (escrevo isto e apercebo-me que qualquer espectador se pode identificar com este cientista). Conseguirá, então, um cientista provar que o objecto que estuda é a materialização da enunciação dele ao iniciar o processo científico?
Sente-se ainda o derradeiro desafio, latente na enunciação do autor deste teorema: estaremos perante um artista se a obra existir apenas nele e nós tivermos o acesso a ela negado? Competirá aí à ciência provar (ou não) a existência da obra apesar da sua não materialização.
HUGO LOUREIRO
para ver notícia sobre a exposição clique aqui



















